Estes diálogos ocorrem nas fronteiras da Filosofia e da Psicanálise, nas margens de um pensamento solidificado, estabelecido e institucionalizado. Eles buscam ser linhas de fuga para um pensamento livre, autêntico e capaz de proporcionar ao homem contemporâneo um encontro consigo mesmo, com suas inquietações mais profundas acerca do tempo e da eternidade. Pensar o contemporâneo e pensar a eternidade, a transformação, a metamorfose da mente e do corpo em uma sociedade tanatofóbica. Este é o desafio proposto a um Psicólogo e a um Filósofo neste diálogo profícuo que transcende fronteiras, culturas e saberes.